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Flor inscrita na memória, sopro de luz lunar, o lírio branco, com o seu mármore irreal e flexível, evoca uma Idade Média imaginária. Radiante, diáfano, acena a sua solidão numa paisagem delicada pintada com a paciência infinita de um fabuloso Livro de Horas. Torneios, duelos, batalhas são travados para o possuir ou destruir. O lírio é iluminado a ouro e torna-se o símbolo dos reis de França. As suas entidades terrenas. Neve, sangue, ouro, dão origem a um perfume: A Lys.